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Amor, num Acto Cancerígeno Social

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Se um dia a vida nada dever,

Tudo fará sentido

Na valsa triste,

Iluminando a noite

A todos aqueles que a dançam,

Utopias de escrita

Num dulcíssimo verso

Dito pela tua boca,

Peço-te: faz-me sonhar,

Momentos sensitivos

Vividos por mim,

São só palavras,

Nada mais que palavras

No mês dos namorados,

Por apenas talvez,

Querer escrever de forma

Ilustrada para os Senhores Silvas,

Não passando esses de Filisteus,

Que nos provoca a mágoa ao saber

Da sua insignificante existência

Num puro Acto Cancerígeno Social,

Sendo a dor de tal Acto inexistente,

Perante o olhar turvo

Pela neblina do seu egocentrismo,

Permanecendo-lhe até à eternidade,

Nos confins dos versos

Já mais escritos pelo seu dizedor,

E, quem pratica tal Acto

Pergunta se medo não tenho,

Limitando-me a dizer-lhe

Que me rio face ao medo.

Poema de Nuno Vicente

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