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Entrevista Exclusiva a Joana Perez – Locutora da Cidade

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Se é um leitor assíduo deste nosso espaço, já sabe que, nos últimos tempos, temos feito uma forte aposta nas entrevistas. De músicos lusitanos a sensações espanholas, brasileiras e norte-americanas, têm sido muitos os conteúdos para ler no Ideias e Opiniões! Mas esta é uma entrevista completamente diferente de todas as que já leram por aqui. Porquê? Primeiro, porque junta pela primeira vez dois grandes amigos, numa só entrevista. Em segundo lugar, porque estamos perante uma das melhores locutoras da rádio nacional: Joana Perez! E em terceiro, lugar, a Joana Perez é uma da melhores DJ’s emergentes do nosso país. O quê?, ainda não conhece a Joana Perez? Então pode ter a certeza que ficará com vontade de a ouvir na rádio e ao vivo!

Um agradecimento muito especial à Joana Perez, pela sua disponibilidade e simpatia e à Cidade por ter permitido à Joana falar connosco!

  1. Joana Perez sempre quiseste ser locutora de rádio ou também passaste por todas aquelas profissões rocambolescas que todas as crianças ambicionam desempenhar em certa altura?

Claro que quis ser veterinária (ainda hoje quero um bocadinho). Quis ser professora, como a minha mãe e quis ser estilista, mas desenhar não era e continua a não ser o meu forte.

  1. Quantas vezes ouviste os teus familiares e/ou amigos perguntarem-te: “Rádio? Mas porquê a Rádio Joana?”. O que lhes respondias?

Ouvi sobretudo dos professores e colegas de escola. Não respondia nada de especial, até porque as perguntas eram praticamente sempre retóricas, apenas para gozar e rir a seguir. Achavam que era uma fase e que, com o tempo, ia passar, ou que eu não ia conseguir e acabaria por desistir. Felizmente não tinham razão.

  1. Joana Perez, recordas-te da primeira vez que fizeste rádio? Onde foi e como correu?

A primeira primeira….não sei se conta! Foi na rádio da escola. Eu tinha os meus 12 ou 13 anos, talvez e a minha professora de Português pediu para eu ir ler um poema. Conta não conta? Antes disso já tinha feito muitos programas de rádio em casa, depois de chatear muito a minha mãe para me oferecer um microfone, que não era grande coisa, mas que fazia o que eu queria, que era gravar a minha voz entre músicas no editor de audio do Windows.

Mas vá, a sério foi na Cidade FM. Tinha 16 anos quando fizeram um programa de duas horas aos sábados chamado “DJ Junior”. Fui aos estúdios, fiz emissão com a Rita Rugeroni e saí de lá a dizer a mim própria que queria fazer aquilo para sempre.

Fotografia retirada do Facebook da Artista

Fotografia retirada do Facebook de Joana Perez

  1.  Conta-nos o teu percurso académico e profissional até chegares à Cidade FM!

Bom, no 10º ano e contra a vontade da minha mãe, fui para Ciências Sociais e Humanas para depois poder seguir Comunicação. Depois, quando tinha 17 anos achei que o que eu queria era ir estudar para longe e fui para Faro, para a Universidade do Algarve.

Entrei em Ciências da Comunicação e comprometi-me comigo mesma a escolher todas as cadeiras que tivessem alguma coisa a ver com rádio. E nas férias do primeiro para o segundo ano, ouvi um anúncio a dizer que estavam à procura de um locutor para a estação do Algarve. Nem pensei duas vezes. Fazia 19 anos no dia em que fui à minha entrevista e foi dos dias mais felizes da minha vida profissional.

  1. Quais foram os maiores obstáculos/dificuldades que encontraste no início do teu percurso enquanto locutora de rádio?

Bom, em primeiro lugar, nos primeiros dois anos estava longe de casa e isso fazia-me questionar o meu futuro, mas não tinha coragem de virar as costas à carreira que sempre quis.

Depois tinha aquelas dúvidas existenciais. Será que a minha voz vai soar assim para sempre? Será que tenho jeito para isto? Mas tudo desaparecia quando entrava dentro do estúdio. Ainda hoje é assim.

6. Para ti a Rádio foi amor à primeira vista ou só depois de alguns encontros é que te deixaste convencer pela sua magia?

Foi à primeira vista como ouvinte, mas só na adolescência é que percebi que também queria fazer. Eu era uma criança tímida e muito pouco comunicativa, por isso a ideia de ganhar a vida a falar para pessoas nem me passava pela cabeça.

Provavelmente tive uma fase em que acreditei que podia fazer tudo o que quisesse e percebi que gostava de entrar na vida das outras pessoas da mesma forma que entraram na minha.

  1. A população em geral ainda possui a ideia de que fazer rádio é extremamente fácil e que se limita a carregar em meia dúzia de botões e dizer umas baboseiras aleatórias para o microfone?

Acho que sim! Infelizmente é uma profissão um pouco desvalorizada nesse ponto de vista, assim como acontece com actores, bailarinos e artistas em geral. Muita gente também acha que para ser fotógrafo basta ter uma máquina XPTO e carregar no botão. Enfim. Na minha opinião há bons e maus profissionais em todas as áreas.

Eu acredito que quem gosta do que faz e tem brio profissional se entrega por inteiro à profissão. De corpo e alma. E, apesar de serem mais as pessoas que menosprezam, tento valorizar mais aquelas mensagens que vão aparecendo de alguém que agradece a companhia, que nos felicita pela alegria e boa disposição. É para essas pessoas que eu falo todos os dias.

  1. Na tua opinião o que deve ter um bom locutor de rádio?
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Fotografia retirada do Facebook de Joana Perez

Antes de ser locutor, tem de ter sido um bom ouvinte. E de várias rádios! Hoje em dia, acho que já não passa pela “golden voice”, aquele timbre característico dos locutores de rádio, mas ainda acho que deva ter boa dicção.

Depois, tudo depende da linguagem da rádio em si, mas a paixão tem que estar lá. E mais uma coisa: Mesmo que possa vir a acontecer (nunca se sabe e hoje em dia com as redes sociais e as plataformas multimédia é uma possibilidade) – Nunca deve querer fazer rádio apenas para ser famoso e pela visibilidade que possa vir a ter.

  1. A previsão da morte da rádio já foi feita, e já falhou, tantas vezes que já lhes perdemos a conta. Na tua opinião a forma inteligente, hábil e rápida como a rádio se adaptou à internet veio provar que é praticamente impossível “matar” a rádio ou é apenas uma questão de tempo até se tornar em algo ultrapassado?

Sim, foi muito bom a rádio ter-se aliado à internet e a verdade é que, apesar de se calhar a Rádio ter mudado um pouco o seu papel na vida das pessoas, hoje em dia é maior do que nunca.

A Cidade, por exemplo, já é presença habitual na vida dos estudantes académicos; a Rádio Comercial encheu o MEO Arena e a M80, consegue levar tanto jovens como “mais graúdos”, a encher discotecas e festas por todo o país. Isto significa que a rádio move multidões.

Cada vez que penso nisto fico arrepiada e, estas coisas só acontecem graças ao trabalho diário de cada locutor, mesmo que ninguém se lembre do nome dele. A rádio não vai morrer enquanto for feita de pessoas para pessoas.

  1. Joana Perez, consegues colocar em palavras aquilo que sentes de cada vez que a luz mágica do “NO AR” se acende e a tua voz começa a navegar nas ondas hertzianas?

É difícil de descrever, mas a sensação que tenho é de que o tempo parou. Nada mais está a acontecer, ou não importa. Só consigo pensar na pessoa que está a ouvir.

  1. Qual foi o episódio mais caricato e/ou engraçado que te aconteceu enquanto estavas no ar ou quando conheceste pessoalmente ouvintes teus?

Na Rádio são sempre muitos, porque em direto tudo pode acontecer, mas lembro-me de estar a acompanhar o Campeonato Mundial de Surf em Peniche e, num dos dia a prova foi adiada por causa do mau tempo. Muita chuva e muito vento e nós éramos os únicos na praia…porque a Rádio não pára. Lembro-me de estarmos dentro de um contentor, que era o nosso estúdio provisório em Peniche e a pensar se a qualquer momento íamos voar em direto.

Também gostei muito de um programa que fiz no Dia dos Animais. Levei o meu cão e ele apresentou a Rihanna.

  1. Joana Perez a tua profissão já te levou a conhecer pessoalmente grandes músicos, cantores e artistas nacionais e internacionais. Houve algum que te marcou especialmente? E que artista é que não te importavas nada de entrevistar num futuro próximo?
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Fotografia retirada do Facebook de Joana Perez

Todos tiveram o seu encanto. Adorei falar com Fatboy Slim, por exemplo, por ser uma pessoa tão humilde que parece que estamos sentados a beber café com ele enquanto o entrevistamos; gostei muito de conversar com a Cucha Carvalheiro (sinto que cresci um bocadinho); Fiquei maravilhada com os Buraka Som Sistema desde a primeira entrevista (e sempre que estou com eles); O DJ Ride, a quem bombardeio sempre com perguntas sobre música e técnica e mesas de mistura e afins; As Nervo, que conseguiram mostrar que duas mulheres talentosas podem ser grandes DJs e produtoras; Também fiquei muito feliz quando falei com a Ana Malhoa, que foi uma das personagens principais da minha infância e que me recebeu extraordinariamente bem; O Diogo Piçarra que me contou alguns episódios do seu percurso até ao sucesso e que me emocionou…

Enfim. Faltam aqui muitos. Adorava entrevistar a J.K. Rowling, o Jared Letto, Alison Sudol, Larry David, Tina Fey; Idina Menzel, Beyonce; Nat King Cole, Michael Jackson e Freddie Mercury. E muitos mais mas nunca mais saía daqui.

  1. O maior cliché do mundo da rádio continua a ser o mítico “bichinho da rádio”. Passadas tantas horas em estúdio, e em reportagens no exterior, alguma vez te cruzaste com ele ou não acreditas neste lugar-comum que tantas vezes é associado à rádio?

Ele existe!!! E quando morde, já não há cura. Ficamos apaixonados, aficcionados, dependentes da Rádio.

  1. Recentemente fizeste uma nova aposta na tua vida profissional: o que te fez querer aprender a ser DJ?

A Rádio tem uma coisa, que pode ser boa e má: não temos feedback imediato. Não sabemos ao certo como estão as pessoas a reagir ao que dissemos, ou à música que está a tocar. Numa pista de dança esse é o desafio: sair da zona de conforto e aprender a improvisar.

Como sempre gostei de música e tinha alguma formação, achei que talvez pudesse sair-me bem. No início achava que nunca ia aprender a mexer nos botões todos e a lidar com a pressão, mas muitas noitadas a treinar vão ajudando. E claro que, estando numa rádio jovem e que se associa a saídas à noite e eventos académicos, fez todo o sentido.

  1. Actualmente poucas profissões são mais populares do que a de DJ. Joana Perez na tua opinião o que separa um bom DJ de um mau DJ?

Acho que essa discussão dava para uma entrevista à parte. Há muitas opiniões e cada uma tem o seu ponto de vista. Para mim um DJ tem de ser bom tecnicamente, o que não o impede de recorrer ao máximo de tecnologia possível para fazer melhor trabalho. E, claro, tem de saber tocar as pessoas que ali estão para o ver/ouvir.

Mais do que brilhar ou tocar apenas e só aquilo que gostamos e que os nossos amigos gostam, tem de haver um equilíbrio e, para mim, o DJ também é um entertainer: à semelhança da Rádio, o DJ também está a animar aquela noite ou aquele momento específico; também está a partilhar energia com as outras pessoas. O resto, tem a ver com a identidade de cada um. Nem todos têm de falar ao microfone, ou dançar ou levantar os braços. Aliás, acho muito mais interessante que existam actuações diferentes…para públicos diferentes também.

  1. Sentes que há discriminação no mundo da música (sobretudo no que toca a DJ’s do sexo feminino)?

Sinto. Bastante. Às vezes até penso que começo a ter um bocadinho mania da perseguição com isto. A discriminação com DJ’s femininas tem dois lados: As pessoas que acham que mulheres não são boas DJ’s ou porque são bonitas ou porque há profissões que são só de homens (como mecânicos, jogadores de futebol, etc); Ou as que não têm nada contra DJ’s femininas, mas que consideram que devem ser magras, vestir-se de um certo modo, fazer coreografias de dança e outros requisitos que nada têm a ver com o Djing em si.

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Fotografia retirada do Facebook da artista

  1. Tornou-se normal fazer piadas com DJ’s, sobretudo com o facto de haver músicas já remixadas e ser muito fácil colocar apenas uma pen usb disk e levantar os braços. Joana Perez, sendo tu uma DJ, o que achas deste tipo de comentários e estereótipos?

Eu acho que isso existe em muitas profissões. Também há muitos cantores a fazer playback, por exemplo. Há autores de livros que pagaram a alguém para os escrever. Há bons e maus profissionais em todas as áreas. Talvez os DJ’s estejam mais expostos e por isso seja mais fácil identificar certas “batotas”. Mas também digo: Ser bom DJ e saber o que está a fazer não tem a ver com tocar de Pen ou de Vinyl ou de computador ou o que quer que venham a inventar. Já ouvi histórias de DJ’s muito conhecidos que tinham problemas de ansiedade perante grandes públicos e que preferiam levar tudo feito para qualquer eventualidade. Não sei se são mitos, na verdade não perco muito tempo a investigar isto. Na minha opinião, há produtores e há DJ’s. A junção das duas coisas é perfeita mas isso não significa que todos os produtores sejam bons DJ’s e todos os DJ’s sejam bons produtores.

Há, no entanto, uma pressão da indústria para que isso aconteça. A mim já me perguntaram imensas vezes quando estava a pensar em produzir, com a justificação de que “os melhores do mundo o fazem”. Bem…sim, eu quero vir a produzir um dia, mas se não sou produtora agora isso não faz de mim pior DJ. Já me perdi: tudo isto para comentar o mito dos sets pré-feitos e das Pens e afins: Sim, eu acho que o DJ Set deve ser ao vivo, mas como já expliquei, não perco muito tempo a questionar se DJ X ou Y levou tudo gravado. Preciso desse tempo para procurar músicas e treinar, treinar, treinar.

  1. Joana Perez, fala-nos de uma noite/actuação que te tenha marcado especialmente!

Não consigo escolher só uma, mas recentemente marcou-me a Semana Académica Egas Moniz. Era suposto eu tocar a seguir ao David Carreira (cabeça de cartaz) e, devido a um problema técnico, a ordem foi trocada, ou seja, eu entrei em palco na vez do artista mais aguardado da noite e, ainda assim, o público foi muito receptivo.

Sempre que vou a Leiria ou Alentejo, sinto uma energia especial no público, e lembro-me com carinho das 6 mil pessoas que estavam à minha frente no Festival Aveiro é Nosso. Eu estava com quase 40 graus de febre, mas aquela energia toda fez-me esquecer esse pormenor por um bocado. As pessoas é que tornam isto maravilhoso! Quase de certeza que me estou a esquecer de alguma data importante.

  1. Qual a música que mais gostas de tocar na rádio? E enquanto DJ?
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Fotografia retirada do Facebook da artista

Vocês só me fazem perguntas difíceis! Impossível escolher apenas uma. Na rádio, actualmente, adoro tocar produções nacionais (Karetus, Putzgrilla, Agir, MGDRV, Buraka Som Sistema) porque fico cheia de orgulho. As mesmas se aplicam enquanto DJ, mas há uma que me dá muito gozo, que é o Gangsta’s Paradise de Coolio. A música é de 1995 e eu vejo gente que nasceu depois disso a vibrar e a cantar a letra toda! É arrepiante.

  1. Qual o palco onde gostarias de actuar um dia? E onde te vês daqui a 10 anos, Joana Perez?

Gostava de saber a sensação de actuar no Tomorrowland ou no Coachella, mas também gostava muito de tocar em Londres ou Brooklyn, por exemplo. Adorava poder tocar num club, em que toda a gente estivesse lá para ouvir hip hop à séria. Daqui a 10 anos? Não faço ideia. O mundo está a mudar tão depressa que prefiro ir improvisando.

  1. Se pudesses ter qualquer outra profissão no Mundo, que envolvesse música, qual seria? Porquê?

Encantadora de Cães/Veterinária. Porque adoro animais e gostava mesmo muito de poder fazer mais por eles. Também gostava muito de fazer backing vocals de uma banda ou artista.

  1. Recentemente, optaste por seguir um género de alimentação, que vem ganhando alguma popularidade: o Veganismo. Ser vegan é algo que (pode) influência(r) o teu trabalho como locutora e DJ? Como reagiram aqueles que te rodeiam a tamanha mudança?

Eu prefiro dizer que sou vegetariana restrita, vá, porque para ser Vegan talvez nem pudesse trabalhar num meio que envolve marcas e publicidade. Faço tudo o que posso para não depender de nada animal, sobretudo na alimentação e nos produtos cosméticos. Poderá vir a influenciar, sim. Estou a torcer para que não.

As reacções são diferentes. Há aqueles que ficam muito preocupados com a minha saúde, porque não como tudo o que é necessário (o que é falso); há os curiosos, que querem perceber como funciona e aqueles que simplesmente respeitam e seguem em frente.

  1. Joana Perez, se tivesses de escolher só um: Sirius Black ou Jon Snow? Mais difícil ainda: Harry Potter ou Game Of Thrones?

Harry Potter. Sempre.

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Fotografia retirada do Facebook da artista

  1. Joana Perez, qual o conselho que dás a todos os jovens que pretendem seguir profissionalmente a comunicação e, em específico, a vertente da rádio?

Isto vai parecer cliché, mas tem de ser: Se gostas mesmo. Se tens o bichinho. Se queres fazer parte da magia da rádio, então vai à luta, sempre! Vão aparecer muitas pessoas a dizer que não consegues, ou que é muito difícil e que há muita concorrência e eu não te vou mentir: Sim, é uma área com muita oferta. Sim é importante considerar algumas alternativas.  Mas trabalha muito. Não te conformes. Não penses que assim está bom e não é preciso fazer melhor. Trabalha muito e acredita muito. Os outros podem gozar e apontar o dedo, mas os cães ladram e a caravana passa.

E lembra-te: Não entres nisto para ser uma celebridade. A rádio não é isso, não tem holofotes nem um palco. A rádio é feita de pessoas normais…que falam para as outras pessoas normais.

  1. No Ideias e Opiniões, somos curiosos por natureza e gostamos tanto de descobrir jovens projectos, quanto de ouvir música, por isso impõe-se colocar a seguinte questão: na tua opinião, Joana Perez, que jovens cantores/bandas, portuguesas ou estrangeiras, é obrigatório que o Ideias e Opiniões oiça assim que terminar esta entrevista?

Vou dizer apenas os que acho que deviam ser mais conhecidos: Jidenna; C2C; Lady Bee; Alison Wonderland; A Fine Frenzy; Elisa Toffoli; Fiona Apple; McFly; Metronomy; Andrew Bird; Madness; Skip & Die; Danny Corten; Okay; Tropkillaz; Humming House;

Nacionais: Karetus, Mishlawi; MGDRV; Putzgrilla; Filipe Gonçalves; Supa Squad; Virgul; Dave Wolf; Brass Wires Orchestra; Hype Myke e X-Tense; Mastercris; DJ Frederik;

Muitos muitos outros. Estou de certeza a esquecer-me de muitos. Provavelmente daqui a uma semana diria mais.

  1. E, para terminar, é impossível não te perguntar: onde podemos acompanhar tudo o que diz respeito à carreira da Joana Perez?

Para acompanhar a minha vida profissional e também muitas fotografias dos meus cães e de comida vegan, a minha página de Facebook é www.facebook.com/dj.joanaperez; no Instagram: joanammperez e no Twitter: perez_joana

Agradecimentos: Joana Perez e Cidade

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